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KR Ravindran – Presidente – Rotary International

O presidente do Rotary International, KR Ravindran, no encerramento do 38º Instituto Rotary Brasil, realizado no Rio de Janeiro, fez um alerta aos rotarianos brasileiros presentes ao evento que reuniu 1.115 rotarianos de todo o Brasil e exterior. Segundo o dirigente máximo da organização mundial, o Rotary precisa resgatar valores, apontar dirigentes por méritos e promover corte de custos em todos os sentidos. “É preciso enxergar o Rotary como enxergamos nossas empresas”, disse o líder rotário que participou do evento e admitiu estar entusiasmado com as atividades dos rotarianos no Brasil. “Fazia ideia de como o Rotary era forte por aqui, mas não tão intenso como verifiquei”, disse no discurso de encerramento.

Ao explicar os três pontos que considera importantes na gestão 2015-16, Ravindran (que é do Siri Lanka, associado do Rotary Club de Colombo) é preciso promover líderes que façam por merecer e que estejam preparados. “Uma liderança é percebida desde o princípio”, falou. “Não podemos colocar pessoas em cargos estratégicos e importantes pela simpatia ou por tempo de associativismo”, apontou ao exemplificar casos que promoveu ao colocar pessoas com competência em cargos importantes. “Em nossas empresas promovemos aqueles que fizeram por merecer, e monitoramos os resultados”, disse. “Não cumpriu metas estabelecidas, troca-se de líder”, falou em tom forte e sério.
Sobre os custos, Ravindran por diversas vezes durante o evento realizado em três dias, falou que o custo rotário não é caro, e sim a criação de eventos entre Presidentes e Governadores que encarecessem a atividade rotária. “Não é preciso inventar e sim, aproveitar as oportunidades capacitando melhor os rotarianos para os cargos e funções importantes”, falou ao anunciar uma economia de US$ 2 milhões em menos de dois meses de gestão. “Esse dinheiro é do rotariano e não do dirigente”, falou ao exemplificar o que tem exigido da equipe de trabalho que lidera. “Cada líder rotário tem que dar valor neste investimento, afinal, são os rotarianos que investem neste trabalho”, frisou ao ter uma conversa séria com os dirigentes brasileiros da organização neste sentido. 
A inversão de valores foi outro tema importante apresentado pelo Presidente do Rotary International. Ravindran contou como aconteceu a indicação dele para o cargo máximo da organização. Disse que fez algumas imposições como: recuperar valores rotários e enxugar os custos. “Faria isso em qualquer organização ou empresa que eu fizesse parte”, explicou ao lembrar da Prova Quadrupla, do caráter do rotariano e principalmente dos princípios éticos do ser humano e das classes sociais. “Precisamos ver no passado o que fez com que o Rotary se tornasse na maior organização não governamental e principalmente da credibilidade que detém”, evocou KR Ravindran que enquanto esteve no Rio de Janeiro participou de todas as sessões plenárias, respondeu perguntas, atendeu rotarianos, foi descontraído, agiu duramente com algumas situações e se reuniu com lideranças brasileiras constantemente.
Foram realizadas nove sessões plenárias e cinco grupos de trabalhos: Rotary em Ação, Ações de Sucesso no Brasil, Proteção do Planeta Terra, Rotary no Brasil e Fundação Rotária. “Houve uma participação intensa dos rotarianos do Brasil em todas as sessões e nos grupos de trabalho, mais do que esperávamos”, disse satisfeito o Diretor do Rotary International, o empresário José Ubiracy Silva, associado do Rotary Club do Recife, no Distrito 4500 do Rotary International, ao anunciar o próximo instituto para agosto de 2016 em Recife, Pernambuco.

 

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